Leap day

What did you do one year ago? You didn’t. This day didn’t exist last year.

Weird traditions followed the leap day through medieval times…

Bachelor’s Day

An old European tradition called leap day “Bachelor’s Day,” when a man had to pay a penalty if he refused a woman’s Leap Day marriage proposal. The payment was 12 pairs of gloves, so the lady could hide her embarrassment at not having an engagement ring on her finger.

Role Reversal

An Irish tradition says women may propose to men on Leap Day. That was a big deal 50 Leap Days ago! The idea was to ‘balance’ gender roles just as Leap Day ‘balances’ the calendar.

(Source: Timeshop)

Leap day

this is not a love song

Há muito tempo que tento encontrar palavras para te dizer o que já devia ter sido dito.
Enquanto a inspiração não chega deixo que os olhos dos outros relatem a nossa história “que nunca foi de amor”, e diz assim:

“continuo a recordar cada momento passado ao teu lado, a loucura da nossa suposta história que nunca foi de amor.
a minha carne amou a tua. mas não existe uma carne metade.
basta uma simples música para me remeter para junto de ti. ou uma época do ano. ou um pensamento. ou nada. simplesmente lembrar-me de ti.
não quero nem nunca quis saber do que os outros pensam, estamos destinados um ao outro mesmo que nunca fiquemos juntos, vamos optar (sim, optar) por amar outros porque o nosso amor, não é amor.
ambos sabemos que mais ninguém entenderia,
vou guardar-te apenas para mim. seguir a tua vida à distância como quem lê mais umas páginas do livro que estará eternamente na mesa de cabeceira, ou quem vê mais um episódio de uma série interminável.”

É pena, mas não consigo pensar num final para aquilo que nunca começou.

this is not a love song

vinte e dois de fevereiro

(a 22.2.2009) Não estranhei o almoço especial,  fazias sempre questão que acontecesse no dia do teu aniversário. Não estranhei o passeio pela cidade, com histórias que nunca tinha ouvido, era normal entre nós contar coisas novas e sei que histórias não te faltavam. Não estranhei os desabafos, o abraço e as lágrimas, pois já haviamos chorado juntos várias vezes; além disso, não era a primeira vez que me dizias que estava a chegar o fim.

Só quatro meses depois percebi que foi a tua despedida, quando abri o computador e vi as fotografias deste dia (não tirávamos fotos juntos há anos). Só aí percebi que as lágrimas nesse dia tiveram um salgado diferente, sabias o que ia acontecer e não conseguias dizer-me. Só aí percebi que o abraço que ficou gravado na foto não iria acontecer mais.

Agora não posso almoçar contigo. Fiz um jantar especial ontem, espero que tenhas gostado.

Parabéns pai! Tenho saudades tuas.

vinte e dois de fevereiro

20.02.1967

Se fosse vivo, Kurt Cobain completaria ontem 45 anos de idade.

Para quem nunca leu, e se ache capaz de entender o cérebro frito daquela alma, deixo (o que dizem ser) a nota de suicídio :

To Boddah

Speaking from the tongue of an experienced simpleton who obviously would rather be an emasculated, infantile complain-ee. This note should be pretty easy to understand.

All the warnings from the punk rock 101 courses over the years, since my first introduction to the, shall we say, ethics involved with independence and the embracement of your community has proven to be very true. I haven’t felt the excitement of listening to as well as creating music along with reading and writing for too many years now. I feel guity beyond words about these things.

For example when we’re back stage and the lights go out and the manic roar of the crowds begins., it doesn’t affect me the way in which it did for Freddie Mercury, who seemed to love, relish in the the love and adoration from the crowd which is something I totally admire and envy. The fact is, I can’t fool you, any one of you. It simply isn’t fair to you or me. The worst crime I can think of would be to rip people off by faking it and pretending as if I’m having 100% fun. Sometimes I feel as if I should have a punch-in time clock before I walk out on stage. I’ve tried everything within my power to appreciate it (and I do,God, believe me I do, but it’s not enough). I appreciate the fact that I and we have affected and entertained a lot of people. It must be one of those narcissists who only appreciate things when they’re gone. I’m too sensitive. I need to be slightly numb in order to regain the enthusiasms I once had as a child.

On our last 3 tours, I’ve had a much better appreciation for all the people I’ve known personally, and as fans of our music, but I still can’t get over the frustration, the guilt and empathy I have for everyone. There’s good in all of us and I think I simply love people too much, so much that it makes me feel too fucking sad. The sad little, sensitive, unappreciative, Pisces, Jesus man. Why don’t you just enjoy it? I don’t know!

I have a goddess of a wife who sweats ambition and empathy and a daughter who reminds me too much of what i used to be, full of love and joy, kissing every person she meets because everyone is good and will do her no harm. And that terrifies me to the point to where I can barely function. I can’t stand the thought of Frances becoming the miserable, self-destructive, death rocker that I’ve become.

I have it good, very good, and I’m grateful, but since the age of seven, I’ve become hateful towards all humans in general. Only because it seems so easy for people to get along that have empathy. Only because I love and feel sorry for people too much I guess.

Thank you all from the pit of my burning, nauseous stomach for your letters and concern during the past years. I’m too much of an erratic, moody baby! I don’t have the passion anymore, and so remember, it’s better to burn out than to fade away.

Peace, love, empathy.
Kurt Cobain

Frances and Courtney, I’ll be at your alter.
Please keep going Courtney, for Frances.
For her life, which will be so much happier without me.

I LOVE YOU, I LOVE YOU!

aqui falei no meu trauma de infância, vou adorá-lo para sempre.

 

20.02.1967

“se era para escreveres isto mais valia estares quieta”

Chamem-me atrasada mental ou o que quiserem, mas desde que comecei a trabalhar às vezes dou por mim a gerir a minha vida como a caixa do outlook.

Bolinha vermelha para um “ok, é urgente, já te ligo!”, bolinha amarela para outro “não me apetece nada aturar-te hoje, falamos depois”, a bolinha roxa uso para os “não sei que te hei-de dizer por isso aguenta os cavalos, e é se queres”. Calma, normalmente não sou assim tão indisponível, sou pessoa de resposta rápida, nem dá tempo de pôr bolinha!

É uma pena, mas as funcionalidades que mais gosto ainda não se aplicam muito fora do mundo virtual, passo a citar:

1. “Do you want to archive old items?”  YES!!!!

2. o CC!  Era ou não bonito receber uma notificação sempre que o assunto nos diz respeito?

 

“se era para escreveres isto mais valia estares quieta”