o que eu não dava

… para ter aqui a (que já não é) minha bicicleta de Münster.

Muitas saudadinhas dos passeios, trambolhões e até da multa que apanhámos juntas!

Münster, August 2010
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o que eu não dava

Shame

Thirty-something Brandon Sullivan is a New York yuppie. He is also a sex addict who thinks about sex all the time when he’s not having sex. He surfs for porn on his work computer, masturbates often even in his office’s men’s room, and eyes strange women in whatever situation he’s in in the hopes of having quick anonymous sex with them. He hides his sex addiction from those few people in his life who he lets in in an emotional sense, unlike his married boss, David Fisher, who is open about his marital infidelities to his male work colleagues. And the act of sex holds no emotional connotation whatsoever for Brandon. The arrival back into his life and his apartment of his sister Sissy Sullivan, from who he was estranged due to the emotional baggage associated, changes Brandon’s life, especially in what he can do in what used to be the privacy and sanctity of his apartment. Sissy, unlike Brandon, sees sex and emotional attachment as one in the same. Brandon’s life begins to spiral out of control following Sissy’s arrival. He gains a better understanding, albeit an unpleasant one, of his life following an incident involving Sissy.

Uma pessoa lê isto, vê a cotação (já habituada a discordar dela), fica curiosa… E depois sai do cinema com pena do dinheiro que lá gastou porque, efectivamente, o filme não acrescenta praticamente nada à sinopse.

Shame

vernizes e canetas

Os vernizes da moda fazem-me lembrar aquelas  canetas, em tons pastel e com cheiro a fruta, que usava no ciclo para pintar os cadernos de capa preta.

Isto é só para não acharem que tenho algum atraso mental, no caso de me verem para aí a cheirar as unhas.

São memórias reprimidas, é só isso.

 

(Agora a propósito disto, lembrei-me que nessa altura pintava as unhas com marcador fluorescente. Sempre tive muito jeito para estas coisas…)

vernizes e canetas

coisas que dizem sobre a solidão

(…)Quem não sabe estar só também não sabe estar com quem quer que seja, até porque o está mais por necessidade do que por opção. Pelo menos é o que parece, e parecer já é mau.(…) É que as mulheres são melhores nesta coisa de ficarmos sós. Corre-lhes no sangue o desejo duma solidão pontual. Nos homens não, e depois parecem cães abandonados. É preciso aprender. Estar só também é algo que se aprende.(…)

(citando o bagaço amarelo, do não compreendo as mulheres)

coisas que dizem sobre a solidão

a moda e o tempo

Isto de não ser uma expert em moda, tendências e afins, acaba por me arranjar  dilemas como o que se segue.

Acontece que, no meu aniversário (em Novembro, portanto), os meus queridos amigos me ofereceram umas galochas todas nices. Porém, desde essa altura, choveu muito pouco e só as consegui usar duas ou três vezes. Agora dizem os senhores da metereologia que é capaz de chover a sério lá para Abril/Maio.

Posto isto,  a minha dúvida é: poderei eu usar as minhas queridas galochas nessa altura, sem incorrer num pecado capital da haute couture ? Ou passarei a fazer parte do mesmo grupo das pessoas que usam calças brancas no Inverno?

a moda e o tempo