meus ricos pézinhos

Ontem assisti  a um espectáculo de ballet pela primeira vez na vida, O Quebra-Nozes pelas meninas e meninos da academia Russian Classical Ballet. Gostei, é muito giro sim senhor, e voltarei a ir se tiver oportunidade… Ainda assim, saí de lá a pensar que aquela gente tem que ter um bocado de pancada. É muito bonito, e toda eu sou a favor de qualquer tipo de prática desportiva, mas ballet implica alguma tortura, e eu não entendo a febre que muitos pais modernos têm de forçar as filhinhas a aprender ballet. É que para além dos pés mazelados e deformados, a maioria daquelas miúdas são esqueletos ambulantes (eu vejo mal, estava escuro e estava cá atrás, ainda assim via-lhes bem os ossos). Juro que não compreendo como conseguem ter tanta força nas pernas e fazer aquilo durante 2h sem parar de sorrir!

Os rapazes são bem musculados e cheios de força, pois claro. Mas a tanguinha a com a calça de lycra branca transparente era escusada…

Não tirei fotos. Acho que foi o primeiro espectáculo em que participei onde as pessoas respeitaram as regras de captação de imagens e vídeos… Deixo a cortesia do nosso amigo google.

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meus ricos pézinhos

this is the world that we live in

Isto dos blogs, para além de exigir uma dose regular de criatividade, também tem o contra de nos fazer constatar coisas óbvias e tristes. Os meus posts mais vistos e comentados são aqueles com títulos falaciosos, com fraco conteúdo de interesse público, que levam os leitores a pensar que vão saber mais da minha vida.  Aqueles que eu considerei verdadeiramente interessantes e com algum conteúdo interessante passam sempre ao lado. E agora, que cada um tire as suas conclusões, que eu não quero ser rude já no início da semana…

this is the world that we live in

25

Já não me lembro que passasse um aniversário tão serena e sem necessidade de grandes aparatos como este ano.

Não me pesam nadinha estes 25. Aprendi muito até hoje, sei que hei-de aprender muito mais, e tenho a certeza que daqui para a frente só levo comigo quem eu quero. Isto chega-me.

 

25

Lebenslangerschicksalsschatz

«Lebenslangerschicksalsschatz is not something that develops over time. It is something that happens instantaneously. It courses through you like the water of a river after a storm… …filling you and emptying you all at once. You feel it throughout your body… In your hands… in your heart… in your stomach… …in your skin… Of course you feel it in your Schlauchmachendejungen. Pardon my French. Have you ever felt this way about someone?»

(Klaus, How I Met Your Mother)

Lebenslangerschicksalsschatz

music mondays

E enquanto uns já andam a pensar nas músicas de Natal,  esta que vos escreve diz que é bom ouvir Moullinex e o seu novo trabalho Flora. Para começar a semana a bater o pé com um nu-disco bem gostoso made in portugal (mas não em português, oh).

Para ouvir tudo vão aqui.

E já agora, o vídeo de Take My Pain Away:

music mondays