conta-me histórias

Há muito boa gente por aí que deveria ter lido/ouvido mais contos infantis. Não só enquanto crianças, mas mesmo agora que supostamente são adultos.

Perceberiam mais facilmente que desculpas e mentiras consecutivas podem afastar as pessoas nos tempos de verdadeira aflição, como em o Pedro e o Lobo. Entenderiam também, como Fedro nos ensina em O cão e o seu reflexo no rio*, que é melhor (e suficiente) contentar-nos com o bem que temos e deixar a vidinha dos outros em paz e sossego.

 
 
*Era uma vez um cão que encontrou um osso. Abocanhou-o e correu para casa para o saborear com calma. Pelo caminho, teve que passar por cima de uma tábua que unia as duas margens de um riacho. Nisto, olhou para baixo e viu o seu reflexo na água. Pensando que era outro cão com um osso, resolveu roubar-lho. Para o assustar, abriu a boca e arreganhou-lhe os dentes. Ao fazê-lo, o osso caiu na água e foi arrastado pela corrente.
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