A arte do desapego

Passamos anos a achar que somos pessoas íntegras e que jamais faremos aos outros o que não gostamos que nos façam a nós. Eventualmente, chegamos ao ponto em que nos fartamos de ser xoninhas e estar sempre dispostos a dar mais do que receber e aí, simplesmente, já não importa. Falando em bom português, aprendemos a cagar no assunto.

É esta a última instância do desapego, o desprezo absoluto. Não queria usar aqui o termo vingança, porque na realidade não se trata de ajustes de contas. A arte do desapego deve ser vista como a opção por um modo de vida psiquicamente leve e  saudável.

Não se pense que este é um processo fácil para quem teve desde sempre uma existência pautada de certos valores. Mas, e mais uma vez como o nosso povo diz, tudo acaba nesta vida… E a paciência não é excepção!

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